![]() ![]() |
![]() |
![]() |
O PROJETOO programa Nave - Núcleo Avançado em Educação - é revolucionário por dentro e por fora. A fachada da antiga estação telefônica art decô dialoga com a mesma linguagem contemporânea presente em todos os ambientes educacionais do interior do prédio. O projeto CASULO é uma intervenção de arte urbana única na cidade. Uma iniciativa do Oi Futuro em parceria com a Vinte Zero Um, o Casulo foi concebido para expor obras de arte e tecnologia inéditas, ao mesmo tempo em que revela novos talentos e democratiza o acesso do grande público ao trabalho de artistas renomados, especialmente convidados. 1ª ARTENa inauguração do programa Nave, o designer e artista visual Jair de Souza (Vinte Zero Um) foi especialmente convidado para desenvolver o primeiro CASULO, interferindo diretamente na fachada do prédio. |
Agora, através de um concurso público, estudantes de todo o Brasil, de diversas áreas, poderão criar trabalhos autorais para expor em uma tela gigantesca fixada na fachada. Esta tela será substituída periodicamente, transformando assim o local numa verdadeira galeria de arte a céu aberto. MATERIAL > TELA ORTOFÔNICAA tela ortofônica é um banner micro-perfurado, feito com material sintético de alta resistência ao tempo. O resultado visual é uma tela ligeiramente transparente, que encobre parcialmente o prédio. A imagem escolhida será impressa em uma tela de aproximadamente 18 x 18 m. ILUMINAÇÃO NOTURNAA tela é iluminada das 18h às 24h através de um sistema especial com refletores elipsoidais, que recortam perfeitamente o formato da tela, criando dessa maneira um surpreendente efeito de backlight. |
![]() |
O CONCURSOCASULO - CONCURSO DE ARTE PÚBLICA. O tema é livre, porém é importante que a imagem criada realce as relações entre arte e tecnologia, entre as novas mídias que compõem a identidade visual do prédio. A obra deve representar uma nova estética visual proporcionada pelas novas tecnologias e recursos digitais. A imagem pode ser figurativa, abstrata, fotográfica, gráfica, tipográfica, ou qualquer outro tipo de representação visual. É imprescindível que a imagem criada seja original e tenha impacto visual, por se tratar de um material impresso numa gigantesca tela, exposta ao ar livre em tempo integral, atraindo a atenção de um público diversificado, sob os mais diferentes àngulos. QUEM PODE PARTICIPARO concurso CASULO é aberto a todos os estudantes brasileiros de cursos superiores e técnico-profissionalizantes com o objetivo de selecionar a imagem mais criativa, construída a partir das tecnologias digitais. |
Participe! Não perca esta oportunidade de ter o seu trabalho exposto para milhares de pessoas diariamente. DATASINSCRIÇÕES ADIADAS: Envio de arquivos: até 19 dezembro 2008 Resultado: 12 janeiro 2009 SELEÇÃOOs trabalhos serão selecionados por um júri a ser constituído pela direção do Oi Futuro e da VinteZeroUm. O melhor trabalho será exposto no prédio em data a ser oportunamente divulgada. Critérios para a seleção: originalidade, criatividade, convergència com a proposta do concurso e com o programa Nave. |
PRÈMIOSerá escolhido um trabalho a ser exposto na fachada do prédio do Nave, núcleo Avançado em Educação. Além de ter sua obra exposta numa das principais vias urbanas da cidade do Rio de Janeiro, o vencedor recebe como prèmio um aparelho celular Nokia N95 com um chip da Oi. WEB EXPOSIÇÃOOs melhores trabalhos ganham exposição no site do próprio projeto por tempo indeterminado. Para a mostra virtual, não haverá quantidade determinada de trabalhos. As obras apresentarão os dados do autor, idade, instituição de ensino, cidade e estado. REGULAMENTO COMPLETO DO CONCURSO CULTURAL "CASULO". CONTATO |
ARTE PÚBLICA > ARTE MÚLTIPLANos anos 1970, o termo arte pública surgia para designar o movimento que trazia o museu para a rua. De lá para cá, outras denominações surgiram no universo múltiplo dessa arte inovadora e tão inconstante quanto os períodos que representou. Engajada e sempre atual, foi tese da editora do caderno Imagem, da revista da Uerj, a professora de artes cênicas Kenny Neoob. Em Interferência no Espaço Urbano (2008) ela ressalta a multiplicidade de quem leva sua arte para as ruas. “No Brasil, centenas de artistas interferem no espaço urbano em várias cidades de diversos estados brasileiros, individualmente ou em coletivos. A diversidade dessas maneiras de fazer demonstra uma multiplicidade de modos de ser sensível a vários aspectos da realidade e do imaginário, do espaço e do tempo, do inter e do transdisciplinar, do local e do global, do político e ético e do estético e poético. Alguns artistas interferem no espaço urbano aproximando-se das manifestações coletivas, dos manifestos políticos, de performances poéticas, das comunidades, enfim, diversificam os procedimentos do fazer artístico. Essa multiplicidade de maneiras de interferir no espaço urbano provocou uma certa indefinição no termo a ser utilizado para designar estas interferências. Alguns termos, importados de países hegemônicos, são utilizados freqüentemente. O termo ‘arte pública’ possui uma história, foi usado pela crítica a partir da década 1970, ao acompanhar as políticas de financiamento como o National Endowment for the Arts, o General Services Administration e o Arts Council. É utilizado para designar a arte feita fora de museus e galerias, mas é também utilizado para interferências artísticas em outros espaços acessíveis ao público.
A expressão ‘Intervenções urbanas’ é também utilizada, dentro e fora do Brasil, para designar interferências no espaço público. Um exemplo de intervenção urbana foi a embalagem do prédio do Reichstag (Parlamento Alemão em Berlim), em 1995, com tecido prateado, pelo artista Christo. Obra que provocou um deslocamento de mais de cinco milhões de pessoas para admirá-la. “O estudo das interferências no espaço urbano se fortaleceu de forma significativa no Brasil, tanto acadêmica quanto artisticamente, surgiu com bastante intensidade em diferentes estados, sobretudo a partir da última década do século passado. Essas manifestações artísticas pressupõem uma interferência no espaço urbano, num diálogo estético e transdisciplinar, produzem uma nova leitura do espaço. Sua estrutura pode ser elaborada a partir de uma referência ao espaço, muitas vezes jogando com o imaginário urbano. Em outros momentos, essa estrutura estabelece relações com elementos do espaço no qual estão situados, em diálogo com outros elementos que podem, por exemplo, vir do ciberespaço ou simplesmente de pessoas que passam, atravessam, encontram-se naquele local, contribuindo para sua força alegórica em contínuo desenvolvimento. Qualquer coisa pode fazer parte desta relação com o espaço urbano, qualquer coisa que retenha por algum tempo a nossa atenção ou nos obrigue a nos reconhecer, algo que devemos decifrar, objeto que nos olha.” (Kenny Neoobs). |